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Corupá na Nova Zelândia
Rodando pela parte norte da Nova Zelândia, as belezas naturais de Corupá já me vieram a cabeça por algumas vezes. Do Morro do Boi ao Pico da Igreja. Das estradas pitorescas, que atravessam vales ligando a cidade com São Bento do Sul. Ou das estradas secundárias, por entre pequenas propriedades rurais, que ligam a cidade com Jaraguá do Sul. Das cachoeiras; da Broaca a Rota das Cachoeiras. Perguntei-me: que enorme potencial tem essa cidade para o turismo ecológico? Mas por onde começar? Quando se quer desenvolver um turismo alternativo numa cidade. Meses atrás perguntei a um amigo que vive em Corupá que é simpatizante desse tipo de turismo. Respondeu ele, sem rodeios: primeiramente e preciso que as pessoas realmente conheçam a cidade. E citou exemplos. Numa escola de Corupá perguntamos: qual e a montanha mais alta do mundo? - Todos responderam: o Everest. Qual e o ponto mais alto de Corupá? - Poucos souberam responder. Acredito também, se sair pelas ruas e perguntar aos corupaenses quantas pessoas já foram ate a ultima cachoeira da Rota das Cachoeiras, será difícil encontrar algum. Em Jaraguá do Sul também não é diferente. Saia perguntando quem já caminhou pelo Parque Malwee - o cartão postal da cidade. Vamos nos surpreender; não será fácil encontrar alguém. Assim como também será mais fácil encontrar jaraguaenses que conhecem melhor as praias do Nordeste que as praias do sul do nosso Estado.
E fácil compreender porque na Nova Zelândia, o turismo e a principal fonte de renda do pais. Turismo e uma das maneiras mais fácil e rápida de fazer renda. A saída para o desenvolvimento do Nordeste foi investir em turismo. A saída para Cuba, da crise pós União Soviética, foi investir em turismo. As belezas naturais que vi ate agora nesse pais são indescritíveis, porem o povo daqui vende muito bem essas belezas. Qualquer arvore centenária, qualquer área com grandes samambaias, qualquer vinhedo, qualquer ponte antiga, qualquer rio, qualquer fazenda que possui um ribeirão correndo pelo meio, transformam em atração turística. E as placas chamando para esses lugares, sempre com os empolgantes slogans: - venha ter uma experiência se hospedando numa fazenda! - venha descobrir as maravilhas da vida em realizar um rafting com a sua família neste rio! - venha sentir uma experiência única caminhando por uma floresta de pinus!. Nota-se que o neozelandês conhece muito bem seu país. Fala orgulhoso de sua natureza sempre num tom de estar em harmonia com ela. Admiram a natureza: e comum encontrar pessoas sentadas admirando um marreco com seus filhotes. Ou olhando para uma arvore tentando ver o pássaro que canta. Ou simplesmente observando as flores de um jardim.
Portanto falamos de Corupá, mas refletimos sobre nos mesmos. Se Corupá fosse na Nova Zelândia, certamente seria uma das grandes atrações desse belíssimo pais.
Rodando pela parte norte da Nova Zelândia, as belezas naturais de Corupá já me vieram a cabeça por algumas vezes. Do Morro do Boi ao Pico da Igreja. Das estradas pitorescas, que atravessam vales ligando a cidade com São Bento do Sul. Ou das estradas secundárias, por entre pequenas propriedades rurais, que ligam a cidade com Jaraguá do Sul. Das cachoeiras; da Broaca a Rota das Cachoeiras. Perguntei-me: que enorme potencial tem essa cidade para o turismo ecológico? Mas por onde começar? Quando se quer desenvolver um turismo alternativo numa cidade. Meses atrás perguntei a um amigo que vive em Corupá que é simpatizante desse tipo de turismo. Respondeu ele, sem rodeios: primeiramente e preciso que as pessoas realmente conheçam a cidade. E citou exemplos. Numa escola de Corupá perguntamos: qual e a montanha mais alta do mundo? - Todos responderam: o Everest. Qual e o ponto mais alto de Corupá? - Poucos souberam responder. Acredito também, se sair pelas ruas e perguntar aos corupaenses quantas pessoas já foram ate a ultima cachoeira da Rota das Cachoeiras, será difícil encontrar algum. Em Jaraguá do Sul também não é diferente. Saia perguntando quem já caminhou pelo Parque Malwee - o cartão postal da cidade. Vamos nos surpreender; não será fácil encontrar alguém. Assim como também será mais fácil encontrar jaraguaenses que conhecem melhor as praias do Nordeste que as praias do sul do nosso Estado.
E fácil compreender porque na Nova Zelândia, o turismo e a principal fonte de renda do pais. Turismo e uma das maneiras mais fácil e rápida de fazer renda. A saída para o desenvolvimento do Nordeste foi investir em turismo. A saída para Cuba, da crise pós União Soviética, foi investir em turismo. As belezas naturais que vi ate agora nesse pais são indescritíveis, porem o povo daqui vende muito bem essas belezas. Qualquer arvore centenária, qualquer área com grandes samambaias, qualquer vinhedo, qualquer ponte antiga, qualquer rio, qualquer fazenda que possui um ribeirão correndo pelo meio, transformam em atração turística. E as placas chamando para esses lugares, sempre com os empolgantes slogans: - venha ter uma experiência se hospedando numa fazenda! - venha descobrir as maravilhas da vida em realizar um rafting com a sua família neste rio! - venha sentir uma experiência única caminhando por uma floresta de pinus!. Nota-se que o neozelandês conhece muito bem seu país. Fala orgulhoso de sua natureza sempre num tom de estar em harmonia com ela. Admiram a natureza: e comum encontrar pessoas sentadas admirando um marreco com seus filhotes. Ou olhando para uma arvore tentando ver o pássaro que canta. Ou simplesmente observando as flores de um jardim.
Portanto falamos de Corupá, mas refletimos sobre nos mesmos. Se Corupá fosse na Nova Zelândia, certamente seria uma das grandes atrações desse belíssimo pais.
Comentários (9)
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|2009-12-05 18:18:04 monica oliari - Turismo-CorupáEnquanto as pessoas estão preocupadas em ter ...não terá tempo para sentar e admirar por admirar. Precisamos estar despojados do grande conforto e entrar em sintonia com o universo,fazendo meditação sobre a nossa existencia terrena... que é breve.
Nosso eu, está senpre na ansiedade de encontrar algo que nos sacie...
E só saciaremos quando nosso eu encontrar o EU maior, aquele que nos Criou a sua imagem e semelhança.
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|2009-12-14 12:34:39 Osvaldo Aguiar de Almeida - Nosso TurismoPrezado Mestre,
Uma vez aqui em Guaramirim, estive participando de uma palestra sobre Turismo. E tudo o que foi falado durante 60 minutos foi resumido no final por esta frase. O turismo em sua cidade só vai acontecer, quando sua gente conhecer melhor sua cidade. Assino em baixo a sua forma de ver turismo. Enquanto existir pesquisas que apontam que 75% dos que visitam parques, museus e outros pontos turísticos de nosso município,são turistas de fora, com certeza poderemos dizer que Secretaria de turismo só existe no papel, onde nada se faz para atrair o próprio turista de casa, estes acabam indo para as praias do Nordeste, as estações de esqui da Argentina e países da Europa. Seu projeto, só pelo fato de levantar a necessidade de fazer com que seja revisto o nosso turismo local, aqui falo de Jaraguá, Guaramirim, Schroeder, e Corupá, já vale o investimento de seus patrocinadores. Falo isto, por quê desde Fevereiro de 2008, minha espôsa e eu já pedalamos pelas estradas destas cidade...
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|2010-03-16 13:31:11 AnônimoCaro Charles!!!
Complicado falar de belezas naturais, como fonte de renda, para boa parcela da população que há anos vive em càrcere privado nas fábricas, comércio e assim sucessivamente, que muitas vezes não vê o nascer e pôr-do-sol devido e esse confinamento, como apreciar e descobrir que a sua rua é interessante para quem nunca viu? Considero extremamente interessante o que registrasse, até por que como professora de geografia, me induziu á refletir questões trabalhadas na salas de aula, afinal somente formadores de opinião podem transformar uma sociedades. Sucesso na sua jornada continuarei te acompanhando,saudações.
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Caro Charles!!!
Complicado falar de belezas naturais, como fonte de renda, para boa parcela da população que há anos vive em càrcere privado nas fábricas, comércio e assim sucessivamente, que muitas vezes não vê o nascer e pôr-do-sol devido e esse confinamento, como apreciar e descobrir que a sua rua é interessante para quem nunca viu? Considero extremamente interessante o que registrasse, até por que como professora de geografia, me induziu á refletir questões trabalhadas na salas de aula, afinal somente formadores de opinião podem transformar uma sociedades. Sucesso na sua jornada continuarei te acompanhando,saudações.
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|2010-04-03 16:27:42 eldemar krisanskisou um amante do turismo ecológico, e conheço muitos lugares bonitos do nosso país cataratas do Iguaçu, serra do rio do rastro Vila Velha,
pantanal e outros , mas antes de começar a viajar decedi conhecer a minha cidade Corupá e suas maravilhas o parque da Malwe a represa de Rio dos Cedros o morro da antena de Jaraguá do sul e outros lugares da nossa região , e pósso afirmar quando olhamos com ólhos de amantes da natureza não ficamos devendo nada para ninguém.
seja feliz nas suas aventuras e boa viagem.
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|2010-04-20 20:25:56 Sérgio AyresCompartilho contigo a mesma opinião Charles. A primeira vez que fui a Corupá fiquei encantado com a beleza dos morros e das cachoeiras, dos rios e do clima de "cidade do interior". Acredito que o potencial é enorme, mas maior ainda é o despreparo e desconhecimento dos agentes públicos quanto ao fomento de uma indústria turística na região.
Um abraço e sucesso!
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[color=black]Munícipe de Corupá/SC, felicito vossa citação quanto ao forte potencial turístico do município: Rota das Cachoeiras... desprezada sua explêndida e rara beleza, paisagem poucas vezes valorizada pelas autoridades, pelos moradores da cidade e região...
Realizei um trabalho referente ao turismo na Rota das Cachoeiras, e constatei que de 302 entrevistados, apenas 20 respondentes eram de Corupá, demais eram de cidades da região... 77 apenas de Curitiba... isso nos faz refletir e pensar... qual o valor dado as nossas belezas naturais... por que buscamos algo tão longe...se temos tanto aqui perto.
Boa sorte durante sua jornada...
Parabéns